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Como fazer a troca de óleo do câmbio automático

A evolução da indústria automobilística e novas relações de consumo entre automóvel e condutor fizeram com que os câmbios automáticos não sejam mais considerados artigos de luxo. Hoje em dia, há muitos carros que apresentam este equipamento até mesmo em seus modelos de entrada. Dessa forma, uma atenção especial que deve ser dada é quanto à troca de óleo do câmbio automático.

O processo de troca é bastante simples, mas deve ser feito por profissionais habilitados com a aparelhagem necessária, garantindo que o serviço seja executado adequadamente nos períodos recomendados a fim de evitar dores de cabeça.

Por que a troca de óleo de câmbio automático é ainda mais importante?

Trocar regularmente o óleo dos câmbios automáticos faz com que a vida útil do automóvel seja prolongada, assim como sua performance.

Quando o processo é feito adequadamente após os intervalos determinados, as chances de ter que gastar com reparos nas transmissões automáticas são consideravelmente minimizadas. Adotando o hábito de trocar o fluido regularmente você terá garantia de durabilidade do equipamento com o passar do tempo, já que nos sistemas com conversor de torque, é o fluido hidráulico o centro do funcionamento do câmbio.

Dessa maneira, cabe à esta parte do veículo não apenas operar mudanças nas engrenagens de marcha, mas também proteger e preservar a vida útil do equipamento, promovendo a redução de atrito e temperatura que, sem o cuidado necessário, podem ser elevados e apresentar problemas posteriores.

No mercado, atualmente, há algumas especificações que devem ser levadas em consideração para cada marca de veículo. Conheça-as:

Volkswagen

O câmbio de dupla embreagem DSG presente em alguns modelos da marca necessita de troca do óleo após 60.000 km rodados ou três anos.

Chevrolet

O protocolo de troca de óleo do câmbio indicado pela General Motors, proprietária da Chevrolet, é após 80.000 km rodados.

Jeep e Fiat

As duas marcas exigem que a troca seja feita após 40.000 km rodados com os veículos.

Renault

A francesa Renault não indica a troca de óleo do câmbio automático. Recomenda-se, no entanto, a verificação do nível, bem como seu estado de conservação a cada 20.000 km rodados.

Honda

A marca japonesa que conta com sistema de câmbio CVT recomenda que a complementação do óleo seja feita a cada 40.000 km percorridos com o automóvel, ou a cada 2 anos. Deve ser priorizado o período alcançado primeiro.

Hyundai

Esta marca dispensa a necessidade de troca de óleo e até mesmo sua verificação nos casos de câmbios automáticos. As versões manuais, no entanto, devem ser revisadas após 60.000 km percorridos.

Toyota

O protocolo de troca dos câmbios automáticos rege que isso seja feito após 80.000 km de uso do veículo.

Ford

Sob o sistema Powershift, a Ford é outra marca que adota um plano de manutenção livre de troca de óleo do câmbio automático de seis marchas, tanto para as picapes quanto para os carros de passeio.

Nissan

A marca estipula a distância percorrida de 10.000 km apenas para a verificação de nível e possíveis ocorrências de vazamento. Se este não for o caso, esta é outra marca que dispensa a troca de óleo do câmbio automático em seus carros.

Mitsubishi

Para os carros desta marca, o mesmo princípio adotado pela Honda é válido. Ou seja, a cada 40.000 km percorridos, o óleo deve ser completado. A regra também é válida para os modelos 4×4 e picapes.

Citroën-Peugeot

Estas duas marcas francesas dispensam a troca de óleo, tanto para as versões de quatro marchas, quanto as de seis. Possíveis vazamentos devem ser analisados no período de manutenção.